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Compromisso com Catolé do Rocha: Murilo Galdino já destinou mais de R$ 10 milhões para várias áreas

   

O deputado federal Murilo Galdino (Republicanos) tem demonstrado um olhar atento e permanente ao desenvolvimento de Catolé do Rocha. O município do Sertão paraibano vem sendo um dos principais beneficiados pelas ações do mandato do parlamentar, que já destinou mais de R$ 10 milhões em recursos para diversas áreas estratégicas da cidade.  

No primeiro semestre deste ano, Murilo reafirmou esse compromisso durante o aniversário de Catolé do Rocha, ocasião em que anunciou R$ 5 milhões em novas emendas parlamentares, direcionadas à saúde, à pavimentação de ruas e ao fortalecimento do campus do Instituto Federal da Paraíba (IFPB).  

A efetivação de emendas destinadas à Catolé do Rocha vem sendo feita desde o início do mandato de Murilo, com recursos para custeio da saúde, através da Atenção Primária à Saúde e da Média e Alta Complexidade (MAC) e para áreas essenciais da cidade.  

“São investimentos que geram bem-estar, oportunidade, desenvolvimento e qualidade de vida para a população. Catolé é uma cidade que trago no coração e que tem recebido, com muito merecimento, nosso trabalho e dedicação. Nossa jornada tem a marca deste povo guerreiro, e estaremos sempre juntos construindo uma cidade cada vez mais forte e unida”, disse o deputado, destacando a parceria com o prefeito Laurinho Maia: “sólida e comprometida de um gestor que trabalha muito pela sua cidade”.  

Outro momento marcante da atuação de Murilo no município foi sua presença na agenda do Orçamento Democrático Estadual, quando acompanhou entregas importantes para Catolé do Rocha. Entre as ações, a cidade recebeu um tomógrafo e uma nova agência transfusional para o Hospital Regional, além da reforma e ampliação da Escola Cidadã Integral João Suassuna.  

Emendas decisivas 

Durante a visita, Murilo conferiu o andamento das obras do Centro de Diagnóstico por Imagem, que está sendo executado com o apoio de suas emendas.  

A atuação do deputado Murilo Galdino em Catolé do Rocha reforça seu compromisso com o municipalismo e com a melhoria da qualidade de vida das pessoas.  

Com presença constante, diálogo com as lideranças locais e entrega de resultados concretos, ele se consolida como um parceiro essencial para o crescimento da cidade.

ASSESSORIA

STF instaura novo inquérito para investigar Wilson Santiago por lavagem de dinheiro



O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), acatou um pedido da Procuradoria Geral da República (PGR) e decidiu instaurar um novo inquérito contra o deputado federal Wilson Santiago (PTB) por suposta prática de crimes de lavagem de dinheiro, fraude à licitação e peculato, no âmbito da Operação Pés-de-Barro.
Além dele, serão alvos do novo inquérito o prefeito do Município de Uiraúna, João Bosco Nonato Fernandes, Evani Ramalho, Israel Nunes de Lima, Severino Batista do Nascimento, Luiz Carlos de Almeida e George Ramalho Barbosa, todos já investigados no âmbito da PGR.
No despacho divulgado pela reportagem do Polêmica Paraíba, Celso de Mello defere a petição formulada pela PGR dentro da primeira denúncia da Operação Pés-de-Barro, e destaca que até a presente data a Justiça não conseguiu notificar o parlamentar sobre a denúncia formulada contra ele. 

“Por fim, defiro, em termos, os requerimentos formulados pela douta Procuradoria-Geral da República constantes das letras “a”, “b”, “c” e “d” da peça acusatória (fls. 336/337) e, em consequência, determino o desmembramento do presente procedimento penal, com a autuação de novo Inquérito, para o fim de apurar-se, nele, a suposta prática, pelos ora denunciados, dos “crimes de lavagem de dinheiro, fraude à licitação e peculato”, decidiu o ministro em despacho do dia 15 de Junho.
Celso de Mello ressalta que “restou frustrada, até a presente data, quando já transcorridos mais de 05 (cinco) meses da data do oferecimento da denúncia, e não obstante as reiteradas tentativas nesse sentido, a notificação do acusado José Wilson Santiago”.
O decano determinou “que se renove a diligência de notificação, porque as circunstâncias evidenciam, segundo as certidões exaradas nos autos, que o comportamento do congressista, ora notificando, parece justificar a ocorrência de “suspeita de ocultação”.
O novo inquérito
Conforme noticiou a reportagem, na primeira denúncia Wilson Santiago foi acusado dos crimes organização criminosa e corrupção passiva, mas a Polícia Federal apontava indícios de outros crimes, a exemplo de lavagem de dinheiro e peculato, o que será objeto deste novo inquérito desmembrado.
A reportagem apurou que, quando as novas investigações forem concluídas, a PGR poderá denunciar os investigados pela segunda vez, a depender dos indícios coletados na apuração dos fatos. As investigações são conduzidas pelo delegado paraibano Fabiano Emídio de Lucena.
Pés-de-Barro
A Operação Pés-de Barro investiga desvios de recursos públicos destinados à construção da Adutora Capivara, localizada no município paraibano. As investigações revelaram que, entre outubro de 2018 e novembro de 2019, a empresa Coenco Construções, responsável pelas obras, recebeu dos cofres públicos R$ 14,7 milhões e, em decorrência da ação criminosa, repassou R$ 1,2 milhão ao parlamentar Wilson Santiago e R$ 633 mil ao prefeito João Bosco Fernandes, como propina.
Leia abaixo trechos da decisão:
PRINT1 - CERCO SE FECHA NA PÉS DE BARRO: STF instaura novo inquérito para investigar Wilson Santiago por lavagem de dinheiro, fraude a licitação e peculato; LEIAPRINT2 - CERCO SE FECHA NA PÉS DE BARRO: STF instaura novo inquérito para investigar Wilson Santiago por lavagem de dinheiro, fraude a licitação e peculato; LEIAPRINT WILSON 3 - CERCO SE FECHA NA PÉS DE BARRO: STF instaura novo inquérito para investigar Wilson Santiago por lavagem de dinheiro, fraude a licitação e peculato; LEIA
Assinatura Celso de Melo - CERCO SE FECHA NA PÉS DE BARRO: STF instaura novo inquérito para investigar Wilson Santiago por lavagem de dinheiro, fraude a licitação e peculato; LEIA

Davi Alcolumbre age para esconder os gastos de senadores


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), briga na Justiça para que os senadores mantenham em sigilo as notas fiscais que justificam seus gastos com a chamada cota parlamentar até junho deste ano. Destinada a cobrir despesas relativas ao exercício do mandato, a cota varia entre R$ 30 mil e R$ 45 mil, a depender do Estado do congressista. O alvo da ação judicial é o próprio Alcolumbre, mas a decisão pode beneficiar a todos seus colegas na Casa.
Desde que assumiu a presidência do Senado – o que o torna também presidente do Congresso –, em fevereiro deste ano, ele vem se recusando a atender pedidos feitos pela Lei de Acesso à Informação (LAI) para que seu gabinete informe gastos com a verba parlamentar. Com o dinheiro, é possível pagar despesas com passagens, serviços postais, manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, hospedagem, combustível, entre outros.
O setor de Transparência do Senado se negou a responder 45 pedidos de informações nos seis primeiros meses de 2019. Desse total, 20 eram referentes a gastos de gabinete de diversos senadores. Os relatórios mostram que, na comparação com o mesmo período dos dois últimos anos, triplicou o número de pedidos de acesso à informação negados pelo Senado. A assessoria da presidência da Casa afirma, no entanto, que “nenhum pedido foi negado”, o que contraria relatórios disponíveis no seu próprio site.
As reiteradas negativas aos pedidos para que Alcolumbre revele suas notas fiscais estão sendo questionadas pela Justiça FederalMinistério Público e Tribunal de Contas da União (TCU), órgão responsável por fiscalizar o Poder Legislativo. O processo judicial está mais adiantado.
Em abril, o advogado Marco Tulio Bosque entrou com ação popular contra Alcolumbre na 1.ª Vara da Justiça Federal em Uberlândia (MG) para cobrar a divulgação das notas fiscais. Ainda no dia 20 daquele mês, o juiz Lincoln Rodrigues de Faria acatou o pedido e determinou a quebra do sigilo. O senador recorreu por meio da Advocacia-Geral do Senado, que destacou três defensores para o caso. Enquanto isso, os dados continuam em segredo.
Na ação, Bosque argumenta que a decisão do presidente do Senado de impor o sigilo de suas contas viola o princípio da publicidade, da razoabilidade, da proporcionalidade e da transparência, além de impossibilitar o controle de “legalidade e legitimidade dos atos e gastos do erário público”.
À Justiça, o Senado pede que Alcolumbre não seja obrigado a divulgar suas notas. Justifica, ainda, que essas informações passaram a ser publicadas no site institucional do Senado desde o mês passado. Os dados, porém, não são retroativos. Ou seja, todas as notas fiscais reembolsadas de junho para trás serão mantidas em segredo para sempre.
Alcolumbre, por exemplo, ingressou no Senado em 2015. O ato que ele assinou impede o acesso à comprovação de seus gastos nos últimos quatro anos. Ao longo do mandato, por exemplo, o senador gastou R$ 800 mil da sua cota parlamentar em três pequenas gráficas de Brasília, embora o Senado tenha uma gráfica própria. Como o gasto foi realizado antes de julho, as notas continuarão inacessíveis.
A assessoria de Alcolumbre justifica que a publicação das notas só ocorreu a partir de julho porque a Casa precisava de tempo hábil para preparar o programa que inseriu os documentos no site. “Foi o tempo necessário para construção e testes do programa, pelo Senado Federal (Prodasen), para disponibilização das notas como ocorre na Câmara dos Deputados. Desde que assumiu a presidência foi uma das primeiras providências do presidente”, afirmou a assessoria.
Transparência – Até então integrante do chamado baixo clero da Casa, Alcolumbre foi eleito presidente do Senado em fevereiro, quando derrotou o senador Renan Calheiros (MDB-AL) defendendo o voto aberto, a transparência e o fim da “velha política”. Meses depois foi justamente o “velho Renan” quem socorreu Alcolumbre. Para negar acesso retroativo às suas notas fiscais, o senador se baseou num ato assinado quando o emedebista presidia a Casa destacando que a publicidade implicava a quebra de sigilo e caberia apenas a cada parlamentar a decisão de divulgá-las.
Com a decisão de Alcolumbre de impedir acesso aos dados de seus gastos, o Senado entrou na contramão de outros órgãos, como a Câmara dos Deputados, que divulga no seu portal na internet cópias das notas fiscais desde 2014 e fornece dados retroativos quando solicitado por meio da Lei de Acesso à Informação, independentemente da vontade do deputado.
Para tentar convencer a Justiça a desobrigar a divulgação das notas fiscais retroativas, a Advocacia-Geral do Senado informou que a “determinação da divulgação geral e irrestrita das imagens demandaria a avaliação de centenas de documentos e da mobilização de diversos profissionais (trabalho excessivo), ante a necessidade de se avaliar a existência de algum dado sigiloso”.
Em outro trecho, os advogados alegam que “as informações pretendidas já constam do Portal da Transparência do Senado Federal”. Ao visitar a página em questão, no entanto, no período que antecede a julho deste ano, é possível ter acesso apenas a um resumo desses gastos. Em todos os casos, o senador declara apenas o CNPJ da empresa e o valor do produto ou serviço.
Como deputado, despesa de R$ 525 mil com carros
Ao contrário do Senado, a Câmara dos Deputados divulga as cópias das notas fiscais apresentadas pelos atuais e ex-deputados independentemente da vontade deles. Por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), a Casa repassou ao Estado 36 notas fiscais do período em que Davi Alcolumbre (DEM-AP) era deputado federal, emitidas entre 2010 e 2013.
Todas elas têm o mesmo CNPJ de um hotel modesto do bairro de Santa Rita, em Macapá, reduto eleitoral do atual presidente do Senado. O estabelecimento está registrado como HG Mendes e funciona com a marca fantasia Mais Hotel. O espaço ainda abriga uma pequena locadora de veículos.
Somadas, as notas custaram à Câmara a quantia de R$ 525 mil com aluguel de veículos, tudo devidamente pago com a cota parlamentar do então deputado. De toda a papelada, 31 notas têm o valor individual de R$ 15 mil e outras seis notas têm o custo de R$ 10mil.
Durante um período de seis meses, entre julho e dezembro de 2010, Alcolumbre chegou a alugar quatro carros de uma só vez. Nessa época, o político foi reeleito deputado federal e estava em campanha eleitoral em seu Estado. Por meio de sua assessoria, Alcolumbre confirmou que as notas se referem ao aluguel de quatro veículos, mas diz que eles serviram para atividades do escritório político.
“Estes percorreram o Estado do Amapá, especialmente nas tratativas de demandas dos municípios ante à questão orçamentária e outros assuntos de interesse coletivo, como o endividamento de cada um deles perante à União. Temos os contratos. Seguramente, não foram utilizados em atividades eleitorais. Os que foram utilizados na campanha eleitoral de 2010 constam da prestação de contas”, informou.
Os gastos de Alcolumbre no hotel não cessaram quando ele deixou a Câmara. Entre 2015 e 2019, já senador, ele pediu ressarcimento de R$ 312 mil. Somado o tempo de Câmara e Senado, o parlamentar desembolsou pelo menos R$ 837 mil do dinheiro da cota parlamentar nesse local. Cada senador do Amapá tem direito a R$ 42 mil mensais em verba indenizatória. Não é possível saber, do período de Senado, o motivo dos gastos (se foi com estadia ou com aluguel de carros, por exemplo), já que, por ordem do próprio presidente da Casa, esses documentos permanecem sob sigilo.

Márcio Roberto passou por procedimento médico em João Pessoa

O ex-deputado estadual e prefeito de São Bento, Márcio Roberto (MDB) passou por um cateterismo (procedimento cardiológico) que serve como exame, e trata veias obstruídas desde o braço até o coração.

O político estava no início da semana em São Bento, quando sentiu-se mal e foi levado à João Pessoa para avaliações. Por lá internou-se no Hospital Memorial São Francisco.
Seu filho, o ex-deputado Jullys Roberto (MDB) informou ao Blog do Clinton Medeiros que agora está tudo bem. Ele postou a imagem acima, que é da alta de Márcio do hospital.

Márcio esteve também doente de causas abdominais durante o segundo semestre de 2018, em meio à campanha política. A patologia daquela época de inicial aparência não tem ligação com essa de agora.



Blog do Clinton Medeiros