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Davi Alcolumbre age para esconder os gastos de senadores


O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), briga na Justiça para que os senadores mantenham em sigilo as notas fiscais que justificam seus gastos com a chamada cota parlamentar até junho deste ano. Destinada a cobrir despesas relativas ao exercício do mandato, a cota varia entre R$ 30 mil e R$ 45 mil, a depender do Estado do congressista. O alvo da ação judicial é o próprio Alcolumbre, mas a decisão pode beneficiar a todos seus colegas na Casa.
Desde que assumiu a presidência do Senado – o que o torna também presidente do Congresso –, em fevereiro deste ano, ele vem se recusando a atender pedidos feitos pela Lei de Acesso à Informação (LAI) para que seu gabinete informe gastos com a verba parlamentar. Com o dinheiro, é possível pagar despesas com passagens, serviços postais, manutenção de escritórios de apoio à atividade parlamentar, hospedagem, combustível, entre outros.
O setor de Transparência do Senado se negou a responder 45 pedidos de informações nos seis primeiros meses de 2019. Desse total, 20 eram referentes a gastos de gabinete de diversos senadores. Os relatórios mostram que, na comparação com o mesmo período dos dois últimos anos, triplicou o número de pedidos de acesso à informação negados pelo Senado. A assessoria da presidência da Casa afirma, no entanto, que “nenhum pedido foi negado”, o que contraria relatórios disponíveis no seu próprio site.
As reiteradas negativas aos pedidos para que Alcolumbre revele suas notas fiscais estão sendo questionadas pela Justiça FederalMinistério Público e Tribunal de Contas da União (TCU), órgão responsável por fiscalizar o Poder Legislativo. O processo judicial está mais adiantado.
Em abril, o advogado Marco Tulio Bosque entrou com ação popular contra Alcolumbre na 1.ª Vara da Justiça Federal em Uberlândia (MG) para cobrar a divulgação das notas fiscais. Ainda no dia 20 daquele mês, o juiz Lincoln Rodrigues de Faria acatou o pedido e determinou a quebra do sigilo. O senador recorreu por meio da Advocacia-Geral do Senado, que destacou três defensores para o caso. Enquanto isso, os dados continuam em segredo.
Na ação, Bosque argumenta que a decisão do presidente do Senado de impor o sigilo de suas contas viola o princípio da publicidade, da razoabilidade, da proporcionalidade e da transparência, além de impossibilitar o controle de “legalidade e legitimidade dos atos e gastos do erário público”.
À Justiça, o Senado pede que Alcolumbre não seja obrigado a divulgar suas notas. Justifica, ainda, que essas informações passaram a ser publicadas no site institucional do Senado desde o mês passado. Os dados, porém, não são retroativos. Ou seja, todas as notas fiscais reembolsadas de junho para trás serão mantidas em segredo para sempre.
Alcolumbre, por exemplo, ingressou no Senado em 2015. O ato que ele assinou impede o acesso à comprovação de seus gastos nos últimos quatro anos. Ao longo do mandato, por exemplo, o senador gastou R$ 800 mil da sua cota parlamentar em três pequenas gráficas de Brasília, embora o Senado tenha uma gráfica própria. Como o gasto foi realizado antes de julho, as notas continuarão inacessíveis.
A assessoria de Alcolumbre justifica que a publicação das notas só ocorreu a partir de julho porque a Casa precisava de tempo hábil para preparar o programa que inseriu os documentos no site. “Foi o tempo necessário para construção e testes do programa, pelo Senado Federal (Prodasen), para disponibilização das notas como ocorre na Câmara dos Deputados. Desde que assumiu a presidência foi uma das primeiras providências do presidente”, afirmou a assessoria.
Transparência – Até então integrante do chamado baixo clero da Casa, Alcolumbre foi eleito presidente do Senado em fevereiro, quando derrotou o senador Renan Calheiros (MDB-AL) defendendo o voto aberto, a transparência e o fim da “velha política”. Meses depois foi justamente o “velho Renan” quem socorreu Alcolumbre. Para negar acesso retroativo às suas notas fiscais, o senador se baseou num ato assinado quando o emedebista presidia a Casa destacando que a publicidade implicava a quebra de sigilo e caberia apenas a cada parlamentar a decisão de divulgá-las.
Com a decisão de Alcolumbre de impedir acesso aos dados de seus gastos, o Senado entrou na contramão de outros órgãos, como a Câmara dos Deputados, que divulga no seu portal na internet cópias das notas fiscais desde 2014 e fornece dados retroativos quando solicitado por meio da Lei de Acesso à Informação, independentemente da vontade do deputado.
Para tentar convencer a Justiça a desobrigar a divulgação das notas fiscais retroativas, a Advocacia-Geral do Senado informou que a “determinação da divulgação geral e irrestrita das imagens demandaria a avaliação de centenas de documentos e da mobilização de diversos profissionais (trabalho excessivo), ante a necessidade de se avaliar a existência de algum dado sigiloso”.
Em outro trecho, os advogados alegam que “as informações pretendidas já constam do Portal da Transparência do Senado Federal”. Ao visitar a página em questão, no entanto, no período que antecede a julho deste ano, é possível ter acesso apenas a um resumo desses gastos. Em todos os casos, o senador declara apenas o CNPJ da empresa e o valor do produto ou serviço.
Como deputado, despesa de R$ 525 mil com carros
Ao contrário do Senado, a Câmara dos Deputados divulga as cópias das notas fiscais apresentadas pelos atuais e ex-deputados independentemente da vontade deles. Por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), a Casa repassou ao Estado 36 notas fiscais do período em que Davi Alcolumbre (DEM-AP) era deputado federal, emitidas entre 2010 e 2013.
Todas elas têm o mesmo CNPJ de um hotel modesto do bairro de Santa Rita, em Macapá, reduto eleitoral do atual presidente do Senado. O estabelecimento está registrado como HG Mendes e funciona com a marca fantasia Mais Hotel. O espaço ainda abriga uma pequena locadora de veículos.
Somadas, as notas custaram à Câmara a quantia de R$ 525 mil com aluguel de veículos, tudo devidamente pago com a cota parlamentar do então deputado. De toda a papelada, 31 notas têm o valor individual de R$ 15 mil e outras seis notas têm o custo de R$ 10mil.
Durante um período de seis meses, entre julho e dezembro de 2010, Alcolumbre chegou a alugar quatro carros de uma só vez. Nessa época, o político foi reeleito deputado federal e estava em campanha eleitoral em seu Estado. Por meio de sua assessoria, Alcolumbre confirmou que as notas se referem ao aluguel de quatro veículos, mas diz que eles serviram para atividades do escritório político.
“Estes percorreram o Estado do Amapá, especialmente nas tratativas de demandas dos municípios ante à questão orçamentária e outros assuntos de interesse coletivo, como o endividamento de cada um deles perante à União. Temos os contratos. Seguramente, não foram utilizados em atividades eleitorais. Os que foram utilizados na campanha eleitoral de 2010 constam da prestação de contas”, informou.
Os gastos de Alcolumbre no hotel não cessaram quando ele deixou a Câmara. Entre 2015 e 2019, já senador, ele pediu ressarcimento de R$ 312 mil. Somado o tempo de Câmara e Senado, o parlamentar desembolsou pelo menos R$ 837 mil do dinheiro da cota parlamentar nesse local. Cada senador do Amapá tem direito a R$ 42 mil mensais em verba indenizatória. Não é possível saber, do período de Senado, o motivo dos gastos (se foi com estadia ou com aluguel de carros, por exemplo), já que, por ordem do próprio presidente da Casa, esses documentos permanecem sob sigilo.

Márcio Roberto passou por procedimento médico em João Pessoa

O ex-deputado estadual e prefeito de São Bento, Márcio Roberto (MDB) passou por um cateterismo (procedimento cardiológico) que serve como exame, e trata veias obstruídas desde o braço até o coração.

O político estava no início da semana em São Bento, quando sentiu-se mal e foi levado à João Pessoa para avaliações. Por lá internou-se no Hospital Memorial São Francisco.
Seu filho, o ex-deputado Jullys Roberto (MDB) informou ao Blog do Clinton Medeiros que agora está tudo bem. Ele postou a imagem acima, que é da alta de Márcio do hospital.

Márcio esteve também doente de causas abdominais durante o segundo semestre de 2018, em meio à campanha política. A patologia daquela época de inicial aparência não tem ligação com essa de agora.



Blog do Clinton Medeiros

Walber Virgolino é jurado de morte por duas facções criminosas, diz presidente da Assembleia da PB



O deputado estadual Walber Virgolino é jurado de morte por duas facções criminosas que atuam no País. A revelação foi do presidente da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB), deputado Adriano Galdino, que justificou o fato de, apesar de ser proibido, o parlamentar andar armado nas dependências da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB). A exceção é apenas o plenário da Casa, onde Virgolino não usa arma de fogo.
"A gente tem que entender a situação do deputado Walber Virgolino", comentou Adriano Galdino, durante entrevista de rádio, mas ele não comentou quais são as facções. Ele está trabalhando para aumentar a segurança da Assembleia Legislativa, inclusive com a instalação de detectores de metais e ampliação do quadro de seguranças. Porém, explicou que esse sistema está em processo de licitação e por isso ainda não foi providenciado o reforço.
O colunista Clilson Junior, do Portal ClickPB, divulgou, no dia 3 de maio, um documento da Polícia Federal confirmando a existência de um plano contra a vida do deputado. O documento aponta um possível esquema para matá-lo. Trata-se do relatório de nº 0035/17 emitido em 23 de fevereiro de 2017, época em que Virgolino ocupava a Secretaria de Justiça de Cidadania do Rio Grande do Norte.
Na Sejuc do Rio Grande do Norte, Walber enfrentou a rebelião mais violenta da história do Rio Grande do Norte que aconteceu em janeiro, na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, e deixou 26 mortos. Um mês após enfrentar a rebelião, ele recebeu o alerta que o PPC/RN estaria montando um plano para o executá-lo. Em junho daquele ano, Virgolino enviou uma carta ao governador Robinson Faria pedindo exoneração.
No início do mês de maio, o presidente Adriano Galdino, após reunião com os parlamentares, anunciou a proibição dos deputados andarem armados nas dependências da Assembleia. Porém o delegado de Polícia Civil Walber Virgolino foi um dos que disse que somente não usará sua arma no plenário da Casa, enquanto nos demais espaços da Assembleia não vê problema em exercer o seu direito a portar arma de fogo.
Outro deputado que também leva sua arma para a Assembleia é o Cabo Gilberto, que é policial militar.
Clickpb

TCE-PB aprova as contas das Câmaras municipais de Riacho dos Cavalos e Lagoa

Na sessão desta terça-feira (28), a 2ª Câmara do TCE-PB aprovou as prestações de contas anuais, exercício 2018, de mais cinco Câmaras Municipais, seguindo a Resolução Normativa 01/2019, que estabeleceu critérios para conferir celeridade à apreciação das contas anuais dos gestores das casas legislativas.
Foram aprovadas as prestações de contas das Câmaras de Vereadores de: Boa Ventura, Riacho dos Cavalos, São José da lagoa Tapada, São José de Piranhas e Lagoa. E julgadas regulares, também, as de São Sebastião de Lagoa de Roça (2015) e Sumé (2017).
Conta Irregular – O colegiado julgou irregular, à unanimidade, a prestação de contas da Câmara Municipal de Marizópolis, exercício 2016, e decidiu imputar débito de R$ 126 mil ao ex-presidente Raniel Roberto dos Santos, também multado em R$ 5 mil por, entre outras irregularidades, não comprovação de despesas, gastos em duplicidade, e diárias não comprovadas.
Na sessão com pauta de 77 itens, foram examinados, ainda, processos de verificação de cumprimento de decisões anteriores da Corte, e dezenas de atos de pessoal relativos a pedidos de aposentadorias e pensões de servidores públicos.
A 2ª Câmara, sob a presidência do conselheiro Arthur Cunha Lima, realizou sua sessão de nº 2948, com as presenças dos conselheiros André Carlo Torres Pontes  e Antônio Nominando Diniz, e dos conselheiros substitutos Antônio Cláudio Silva Santos e Oscar Mamede Santiago Melo. Pelo Ministério Público de Contas, atuou a procuradora Sheyla Barreto Braga de Queiroz.
ASCOM/TCE-PB

Governador suspende gastos com festividades juninas na Paraíba


O governador João Azevêdo (PSB) suspendeu por 60 dias despesas voltadas para a realização de festividades juninas, ressalvados aos serviços públicos essenciais das áreas de saúde, segurança e educação. A decisão foi publicada na edição deste sábado (25), no Diário Oficial do Estado (DOE).
“Ficam suspensas, pelos próximos 60 (sessenta) dias, as despesas públicas relativas à formalização de convênio e transferência de valores pertencentes ao erário, ainda que oriundos de emenda parlamentar, para qualquer destinatário com finalidade de patrocinar a realização de festividades juninas”, diz a portaria.
A medida é tomada, segundo o Estado, para “maior efetividade às diretrizes para gestão e controle dos gastos públicos”.
Decisão semelhante foi tomada em anos anteriores pelo ex-governador Ricardo Coutinho (PSB), sendo alvo de críticas de prefeitos, especialmente do gestor de Campina Grande, Romero Rodrigues (PSD), que promove o “Maior São João do Mundo”.
MaisPB

STJ manda soltar Michel Temer e coronel Lima


BRASÍLIA – Por 4 a 0, a Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) mandou nesta terça-feira (14) soltar o ex-presidente Michel Temer (MDB) e o coronel João Baptista Lima Filho, amigo do ex-presidente. Ambos foram presos no âmbito da Operação Descontaminação, desdobramento da Lava Jato que atribui ao ex-presidente o papel de líder de organização criminosa que teria desviado, em 30 anos de atuação, pelo menos R$ 1,8 bilhão.
Prevaleceu na sessão o entendimento de que os fatos apurados na investigação são “razoavelmente antigos”, relacionados à época em que Temer ocupava a vice-presidência da República, e que os crimes não teriam sido cometidos com violência, o que justifica a substituição da prisão por medidas cautelares. 
Temer e o coronel Lima estão proibidos de manter contato com outros investigados, de mudar de endereço ou ausentar-se do País – também terão os bens bloqueados e serão obrigados a entregar o passaporte. O ex-presidente ainda não poderá ocupar cargo de direção partidária.
“Não se pode prender porque o crime é revoltante, como resposta a desejos sociais de justiça instantânea. Manter solto durante o processo não é impunidade como socialmente pode parecer, mas sim garantia, só afastada mediante comprovados riscos legais”, observou o presidente da Sexta Turma, ministro Nefi Cordeiro, último a votar no julgamento.
“Juiz não enfrenta crimes, não é agente de segurança pública, não é controlador da moralidade social ou dos destinos da nação. Deve conduzir o processo pela lei e a Constituição, com imparcialidade e somente ao final do processo, sopesando as provas, reconhecer a culpa ou declarar a absolvição. Juiz não é símbolo de combate à criminalidade”, completou Cordeiro.
O ministro destacou que Justiça exige “segurança e estabilidade”. “A todos a Justiça se dá por igual. Cabem as garantias processuais a qualquer réu, rico ou pobre, influente ou desconhecido. O critério não pode mudar”, frisou Nefi Cordeiro, ao apontar ilegalidade na prisão preventiva de Temer e do coronel Lima.
ESTADÃO

Michel Temer se entrega à Polícia Federal em São Paulo


O ex-presidente Michel Temer se entregou na sede da Polícia Federal na tarde desta quinta-feira (9). Na quarta-feira (8), o TRF2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região) alterou a decisão que o mantinha em liberdade e o político voltará para a cadeia.
Ainda não há detalhes de onde Temer deverá ficar. Quando teve a prisão decretada pela primeira vez, o ex-presidente permaneceu na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro.
A decisão caberá à juíza federal substituta Caroline Figueiredo, da 7ª Vara Federal Criminal, que cobre as férias do juiz Marcelo Bretas.
Temer e o amigo dele, o coronel da reserva João Baptista Lima Filho, que também voltará à prisão, estavam soltos após passarem quatro dias detidos, em março.
O ex-ministro Wellington Moreira Franco também foi para a cadeia na ocasião, mas mantido em liberdade no julgamento de quarta.
Como a decisão era provisória e foi tomada por apenas um desembargador, Ivan Athié, caberia aos demais integrantes da turma votarem o habeas corpus. O resultado foi de 2 votos a favor de prisão e 1 contra.
O advogado do ex-presidente, Eduardo Carnelós, afirmou que considera a decisão “uma injustiça, que não há fundamento [jurídico]”. “É uma história triste do Judiciário brasileiro”, completou.
R7

Armas, radares e Previdência. Veja como foi a entrevista de Bolsonaro a Sílvio Santos


O presidente Jair Bolsonaro (PSL) defendeu na noite deste domingo (5) a aprovação da reforma da Previdência como maneira de tirar União, estados e municípios de uma situação financeira crítica. 
Em entrevista com tom bem-humorado ao apresentador Silvio Santos, do SBT/Alterosa, o presidente afirmou que o Brasil não tem dinheiro para obras públicas, como duplicação de rodovias, e defendeu o aumento no limite tolerado de pontos na carteira de motorista e a retirada de radares das rodovias federais. 

“Temos um gasto de R$ 750 bilhões por ano com o pagamento de aposentadorias e a diferença aumenta cada vez mais, porque nós estamos vivendo mais. Temos alguns estados em que falta dinheiro para pagar os servidores ativos. No Rio de Janeiro, por exemplo, faltou dinheiro para pagar o 13º salário e nos municípios a situação é crítica também”, disse o presidente. 

Bolsonaro falou sobre demandas apresentadas nos estados, como a obra na rodovia 163, que na região do Amazonas está em péssimas condições, e que não podem ser atendidas pelo governo federal. 



Por: Fala-PB

João Azevêdo lança edital de concurso público com mil vagas para professores


O governador João Azevêdo lança nesta quarta-feira (17), o edital do concurso público ofertando mil vagas para o magistério. 
A solenidade acontece às 10h no Centro de Formação de Educadores, localizado na Rua Benevenuto Gonçalves da Costa, s/n, em Mangabeira.
A banca organizadora do concurso público da Educação é o Instituto AOCP
Entre as oportunidades do concurso do Estado, estão 72 vagas  para Artes; 150 vagas para Biologia; 68 vagas para Educação Física; 6 vagas para Filosofia; 47 vagas para Física; 72 vagas para Geografia; 78 vagas para História; 18 vagas para Língua Espanhola; 61 vagas para Língua Inglesa; 195 vagas para Língua Portuguesa; 199 vagas para Matemática; 28 vagas para Química e 6 vagas para Sociologia.
com Click PB

Aguinaldo Ribeiro o mais influente político da PB, hoje em Brasília


Relevem o ex-governador Ricardo Coutinho, o governador João Azevedo, o senador José Maranhão. O político paraibano mais prestigiado em Brasília, independente dos carimbos partidários de governos, é o deputado federal Aguinaldo Ribeiro, do Partido Progressistas, que vive de colecionar postos importantes na sua biografia. O colunista Gerardo Rabelo, hoje, no “Correio da Paraíba”, atesta: “É impressionante a força do deputado federal Aguinaldo Ribeiro em Brasília. Líder de partido, ministro duas vezes, líder do governo em gestões diferenciadas – uma fazendo oposição à outra – e o homem lá. Que a Paraíba ganhe muito mais com o poder do discreto parlamentar”.
Ele foi ministro das Cidades no governo de Dilma Rousseff, do PT, tratado por ela a pão-de-ló, a ponto de Dilma ir à casa dos pais de Aguinaldo no entorno de Campina Grande para visita de cortesia no intervalo de uma programação oficial. Aproveitou para derramar elogios a Aguinaldo, em tom maternal. No processo de impeachment de Dilma, Ribeiro votou pela saída da presidente que o tinha como filho. Virou, então, líder do governo de Michel Temer (MDB), que Dilma acusava de conspirar contra ela e que acabou de sair da prisão, ontem, no Rio de Janeiro. Agora, no governo de Jair Bolsonaro, Aguinaldo é o novo líder da Maioria na Câmara e tem tido pista livre para encaminhar reivindicações de interesse das regiões que representa.
Já foi secretário do socialista Ricardo Coutinho na prefeitura de João Pessoa, aliado de Maranhão, Cássio Cunha Lima e Luciano Cartaxo em disputas eleitorais. Seu pai, Enivaldo Ribeiro, ex-deputado federal e estadual, é vice-prefeito de Campina Grande, na gestão de Romero Rodrigues (PSDB), enquanto a mãe tem domínio na prefeitura de Pilar. A irmã, Daniella, ex-deputada estadual, tornou-se a primeira senadora da história da Paraíba e logo no primeiro ano de mandato em Brasília logrou conseguir ser indicada líder de uma bancada que congrega veteranos como Esperidião Amin, ex-governador de Santa Catarina. A influência de Aguinaldo Ribeiro incomoda, visivelmente, colegas de parlamento, de outros partidos, principalmente, dos que estão na base dos governos a que ele serve. É um político de pouca massificação na mídia mas de intenso trabalho nos bastidores da política nacional. No governo de Temer, foi extremamente útil para facilitar a aprovação de matérias polêmicas. Agora, com Bolsonaro, é chamado a valer-se da sua habilidade para destravar gargalos que tramitam na órbita legislativa.

Há quem fale na hipótese de Aguinaldo Ribeiro estar se preparando para ser candidato a governador da Paraíba lá na frente. Ele não confirma, mas não desmente. Por via das dúvidas, os adversários mantêm o respeito a ele, conscientes de que Ribeiro é muito versátil no jogo da política e sabe surpreender aos incautos e menos hábeis. Por último, tem se revelado um político “teflon”. Inúmeras acusações foram intentadas contra ele, a partir de envolvimento em irregularidades no Jampa Digital, na gestão de Ricardo Coutinho na prefeitura de João Pessoa. Manteve-se incólume em face de toda essa enxurrada de denúncias e insinuações. Um motivo a mais para tirar o sono dos adversários que o invejam.

Os Guedes

Prefeito Joaquim Hugo de Riacho dos Cavalos é reeleito presidente da ASMEPI


Foi eleita nessa quinta-feira, 28 de março, a nova diretoria da ASMAPI (Associação de Municípios do Médio Piranhas), a mesma é composta por onze prefeituras associadas e que escolheram reeleger Joaquim Hugo, de Riacho dos Cavalos, como presidente da própria ASMEPI e Barão Dutra,  de Brejo do Cruz, como presidente do Consórcio de Municípios.
Dos Onze, oito gestores estiveram na reunião.
Atualmente são filiados os municípios de São Bento, Paulista, Jericó, Belém do Brejo do Cruz, Brejo dos Santos, São Bentinho, Mato Grosso, Bom Sucesso, São José do Brejo do Cruz, Riacho dos Cavalos e Cajazeirinhas.
Barão, presidente do Consorcio, conversou com a imprensa após a definição e detalhou o porquê mesmo depois do município de Catolé do Rocha ter se desfiliado, a sede continuar na cidade; “Catolé é uma cidade estratégica, é central, muitos prefeitos tem coisas pra resolver nos bancos daqui, se fossemos mudar pra outra ficaria longe pra alguém”; destacou.
A ASMEPI que até 2018 funcionava num prédio cedido pela Prefeitura Catoleense no complexo do antigo Hotel Batique, agora está num local alugado. “Leomar mandou pedir o prédio, tínhamos um comodato até 2021, mas como ele disse que precisou, entregamos e aqui a nova sede está disponível para todos os colegas”; finalizou.
O prefeito de Riacho dos Cavalos, Joaquim Hugo, agradeceu a confiança depositada novamente nele e falou que continuará com o empenho e dedicação que sempre buscou de melhorias para os municípios que fazem parte da ASMEPI e que estará sempre a disposição dos prefeitos que tragam ideias e planejamentos para melhorar a gestão.

Fonte: CLAUDETE LEITÃO

Decreto bloqueia mais de R$ 5 bilhões do orçamento da Educação


O governo publicou nesta sexta-feira (29), em edição extraordinária do "Diário Oficial da União", o decreto de programação orçamentária com o detalhamento do bloqueio de mais de R$ 29 bilhões em gastos no Orçamento de 2019.

O bloqueio é um congelamento de uma parcela das verbas do Orçamento Federal com o objetivo de tentar cumprir a meta de déficit primário (despesas maiores do que receitas, sem contar juros da dívida pública) de até R$ 139 bilhões para este ano. Para desbloquear esses recursos até o fim do ano, o governo depende do ingresso de receitas adicionais.

Em valores absolutos, de acordo com o decreto, as áreas que sofreram maior bloqueio foram Educação (R$ 5,83 bilhões) e Defesa (R$ 5,1 bilhões). As emendas parlamentares (recursos que deputados e senadores indicam para investimento em obras e serviços nos estados e municípios) sofreram bloqueio de R$ 2,95 bilhões (veja mais abaixo os valores do bloqueio por área).

Em termos percentuais, o maior bloqueio aconteceu no Ministério de Minas e Energia (79,5% do total), seguido pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (41,97%), Infraestrutura (39,46%), Defesa (38,61%), Turismo (37,12%), Desenvolvimento Regional (32,37%). Os menores contingenciamentos foram nas áreas de Saúde (2,98%), na Controladoria-Geral da União (13,63%) e no Ministério das Relações Exteriores (19,97%).

Emendas parlamentares
O Ministério da Economia informou que, do montante total do bloqueio, R$ 1,965 bilhão refere-se às emendas individuais e R$ 990 milhões às emendas de bancadas estaduais de execução obrigatória.

De acordo com o governo, o bloqueio foi equivalente a 21,63% do montante das respectivas emendas, "uma vez que esse foi o percentual da limitação global das despesas primárias discricionárias sujeitas a essa limitação".

Nesta semana, a Câmara dos Deputados aprovou uma proposta de emenda constitucional (PEC) que engessa ainda mais o orçamento da União, o que, em tese, obrigaria o governo a executar as emendas dos parlamentares. A medida, porém, passaria a vigorar somente de 2020 em diante.

A PEC já passou pela Câmara dos Deputados em dois turnos. Para entrar em vigor, ainda precisa ser aprovada, também em dois turnos, pelo Senado Federal e depois sancionada pelo presidente da República.

Depois da publicação da reportagem, a Casa Civil entrou em contato com o G1 e avaliou que, mesmo com a eventual aprovação da PEC pelo Senado, será possível continuar contingenciando as emendas individuais e de bancada de execução obrigatória para cumprir as metas fiscais. Acrescentou ainda que essa possibilidade "está prevista na Constituição e é preservada na PEC”.

Custeio e investimentos
O bloqueio no orçamento anunciado pelo governo nesta sexta-feira (22) fará com que a verba para custeio e investimentos seja a menor desde 2008, quando começou a série história do Tesouro Nacional - o que pode comprometer a prestação de serviços públicos.

Com o bloqueio orçamentário, o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, informou na semana passada que o limite dos gastos discricionários (não obrigatórios) caiu para R$ 90 bilhões neste ano (veja no gráfico abaixo).

O bloqueio no Orçamento por área
(em R$ bilhões)
em R$ bilhões5,835,835,15,14,34,33,763,762,982,982,132,131,051,050,8370,8370,5990,5990,2220,2220,1470,1470,0770,077EducaçãoDefesaInfraestruturaMinas e EnergiaEconomiaDesenvolvimento regionalCiência e TecnologiaEmendas individuaisCidadaniaEmendas de bancadaJustiça e SegurançaAgriculturaSaúdeRelações exterioresTurismoMeio AmbientePresidênciaAdvocacia GeralDireitos HumanosCGU01234567

Ciência e Tecnologia
2,13
Fonte: "Diário Oficial da União"
Em termos percentuais, o maior bloqueio aconteceu no Ministério de Minas e Energia (79,5% do total), seguido pelo Ministério de Ciência e Tecnologia (41,97%), Infraestrutura (39,46%), Defesa (38,61%), Turismo (37,12%), Desenvolvimento Regional (32,37%). Os menores contingenciamentos foram nas áreas de Saúde (2,98%), na Controladoria-Geral da União (13,63%) e no Ministério das Relações Exteriores (19,97%).

Emendas parlamentares
O Ministério da Economia informou que, do montante total do bloqueio, R$ 1,965 bilhão refere-se às emendas individuais e R$ 990 milhões às emendas de bancadas estaduais de execução obrigatória.

De acordo com o governo, o bloqueio foi equivalente a 21,63% do montante das respectivas emendas, "uma vez que esse foi o percentual da limitação global das despesas primárias discricionárias sujeitas a essa limitação".

Nesta semana, a Câmara dos Deputados aprovou uma proposta de emenda constitucional (PEC) que engessa ainda mais o orçamento da União, o que, em tese, obrigaria o governo a executar as emendas dos parlamentares. A medida, porém, passaria a vigorar somente de 2020 em diante.

A PEC já passou pela Câmara dos Deputados em dois turnos. Para entrar em vigor, ainda precisa ser aprovada, também em dois turnos, pelo Senado Federal e depois sancionada pelo presidente da República.

Depois da publicação da reportagem, a Casa Civil entrou em contato com o G1 e avaliou que, mesmo com a eventual aprovação da PEC pelo Senado, será possível continuar contingenciando as emendas individuais e de bancada de execução obrigatória para cumprir as metas fiscais. Acrescentou ainda que essa possibilidade "está prevista na Constituição e é preservada na PEC”.

Custeio e investimentos
O bloqueio no orçamento anunciado pelo governo nesta sexta-feira (22) fará com que a verba para custeio e investimentos seja a menor desde 2008, quando começou a série história do Tesouro Nacional - o que pode comprometer a prestação de serviços públicos.

Com o bloqueio orçamentário, o secretário de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues Júnior, informou na semana passada que o limite dos gastos discricionários (não obrigatórios) caiu para R$ 90 bilhões neste ano (veja no gráfico abaixo).
Gastos do governo
Verba para custeio e investimentos, por ano
Em R$ bilhões113,9113,9130,8130,8134,1134,1137,9137,9148,9148,9160,1160,1184184145145150,8150,8117,5117,5128,8128,89090200820092010201120122013201420152016201720182019 (pode ser revisto)050100150200
Fonte: Ministério do Planejamento

Em 2017, quando o limite era de R$ 117 bilhões, a impressão de passaportes e as fiscalizações contra o trabalho escravo chegaram a ser suspensas ou reduzidas. Também houve redução nos recursos para as universidades federais.

Na última semana, Waldery Rodrigues Júnior, do Ministério da Economia, também afirmou, entretanto, que o governo buscará reverter o bloqueio no decorrer deste ano.

Para isso, espera contar com recursos decorrentes do crescimento da economia, da privatização da Eletrobras e da cessão onerosa (contrato firmado entre Petrobras e União, cujo excedente pode render cerca de R$ 100 bilhões neste ano).

G1